sábado, 14 de fevereiro de 1987

Vereza rival do filho


     Neste flash, Carlos Vereza como Francisco Montserrat, o grande vilão da novela "Direito de Amar", que estará no ar a partir de segunda-feira, na Rede Globo. Autoritário, conservador, usa seu poder econômico para pressionar as pessoas e vai ser rival do próprio filho Adriano (Lauro Corona), casando, sob manobra, com Rosália (Glória Pires). Embora poderoso, Montserrat também tem seu ponto fraco e é um vilão que pode uma virada no decorrer da novela.

O Globo - 14/02/1987


quinta-feira, 5 de fevereiro de 1987

Direito de Amar


     Agora com o título definitivo de "Direito de Amar", a próxima novela global que irá ocupar ainda este mês o horário das 18 horas, promete grandes emoções para o público. Esta trama escrita por Walther Negrão, Marilu Saldanha e Ana Maria Moretzshon do texto original da Janete Clair, tem tudo para levantar o ibope da emissora, principalmente por está trazendo de volta ao vídeo as presenças de Glória Pires e Lauro Corona. Os diretores Jayme Monjardim e José Carlos Pieri estão confiantes no trabalho de atores como: Yolanda Cardoso, Cissa Guimarães, Carlos Vereza, Rosana Garcia, Narjara Turetta e todos os outros que estão se saindo muito bem.

Jornal dos Sports - 05/02/1987


terça-feira, 3 de fevereiro de 1987

Afinal, Zara faz um bom caráter


 

O Globo - 03/02/1987


A estreia de Luisa Thiré


     A próxima novela das 18h da Globo, Direito de Amar, escrita por Walther Negrão e inspirada numa sinopse de Janete Clair, lançará no próximo mês na televisão uma atriz com seis anos de experiência em teatro, apesar dos 16 anos. É Luisa Thiré, filha do ator Cecil Thiré, que inicia profissão bem mais cedo do que sua avó, a atriz Tônia Carrero. Luisa trabalhou em O despertar da primavera, no ano passado, nas infantis A morte do leão e Os dose trabalhos de Hércules. Ela já começou a gravar na cidade cenográfica que reproduz, em Guaratiba, a paisagem carioca do início do século e, para quem representa no teatro Tablado desde os dez anos, "televisão é bem mais difícil do que teatro".

Jornal do Brasil - 03/02/1987