Mostrando postagens com marcador Lilia Cabral. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Lilia Cabral. Mostrar todas as postagens

domingo, 3 de março de 1985

Divertida família


 Em "Corpo a Corpo", eles formam uma divertida família, mas o clima de bom humor continua também longe das câmeras quando Marcelo Picchi, Lilia Cabral e a pequena Giovanna Pieck ficam às voltas com o texto a ser gravado, improvisando muitas reações para esse trio Fraga Dantas: "É uma convivência mesmo de grande família, até mesmo quando a gente se trata pelo nome dos personagens..."

Revista da TV - 03/03/1985


domingo, 10 de fevereiro de 1985

Dupla dinâmica


     Em "Corpo a Corpo", elas são mãe e filha. Fora de cena Lilia Cabral e Giovanna Pieck também se entendem muito bem, ficando muito tempo juntas passando o texto e treinando as vozes para ficaram no mesmo timbre: "Se a Margarida fala enjoado, a pequena Isabel também - e o diretor, Dênis Carvalho, incentiva isto, visando criar uma identidade entre as duas, que muitas vezes funciona para chatear a família. Mas garantimos que somos chatas só em função das personagens. Não nos confundam..."

Revista da TV - 10/02/1985


sexta-feira, 14 de dezembro de 1984

Lilia Cabral e Marcelo Picchi ensaiam com platéia


 Lilia Cabral e Marcelo Picchi - a Margarida e o Olavo de Corpo a Corpo - ensaiavam na sala do café da Globo, procurando a modo melhor para realizar as cenas, com dicas de um e do outro para incrementar, com um gesto no olhar, o texto a ser gravado. Só não perceberam que a platéia em volta ouvia atenta e morria de rir com o ensaio.

Diário de Pernambuco - 14/12/1984


segunda-feira, 3 de dezembro de 1984

Lilia Cabral está um horror


 Um verdadeiro horror está uma tal de Lilia Cabral que está na novelita Corpo a Corpo viva Margarida. A moça é a própria rainha das desalentadas e com uma voz esganiçada pra dedeu. Sai pra lá.

Jornal dos Sports - 03/12/1984


sexta-feira, 30 de novembro de 1984

Cai "Corpo a Corpo"


     O terceiro capítulo de Corpo a Corpo não foi tão bom quanto os dois primeiros. Houve alguma "encheção de linguiça", o que, na minha opinião, é muito cedo para acontecer, principalmente porque há algumas tramas que ainda não estão delineadas como deveriam. A principal "encheção" foi a entrevista que Zeca (Caíque Ferreira) fez com Monique Evans. De positivo, o capítulo teve, por exemplo, a cena em que Sônia (Zezé Motta) vai à casa de Meg (Lília Cabral) e o jardineiro lhe diz, por ela ser negra, que a entrada de serviço era pelo lado. Este é realmente um preconceito existente no Brasil e Gilberto Braga encontrou uma boa maneira de denunciá-lo.

O Fluminense - 30/11/1984