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| O Fluminense - 14/04/1999 |
Osmar (Antonio Fagundes), desempregado, somente consegue trabalho no Pará. Eloá (Débora Duarte) se propõe a abandonar o emprego e acompanhá-lo. Mas ele não aceita, alegando que no futuro ela lhe jogará isto na cara. É mesmo um casamento desestruturado, pois entre um casal que realmente se ama não há esse tipo de dúvida e nem essa falta de compreensão. Como afirmei no primeiro capítulo da novela, está cada vez mais claro que Eloá e Osmar não foram feitos um para o outro.
Rafael (Lauro Corona), através de Jalusa (Rosane Gofman), consegue emprego como recepcionista de um hotel, continuando, entretanto, a dar aulas particulares de português a Heloísa (Isabela Garcia), que agora mora na casa de Alfredo (Hugo Carvana). Este não gosta dessas aulas porque percebe que sua filha Bia (Malu Mader) está interessada em Rafael e sonha para a filha um casamento com alguém de sociedade, com o que ele próprio, um nouveau riche, também entraria para o jet set.
Lúcia (Joana Fomm) continua a atacar todos os homens ricos esperando conseguir um para si. Não contente, faz o mesmo para a filha, Alice (Luiza Tomé), a quem apresenta Cláudio (Marcos Paulo). Isto é irreal, pois, embora existam mulheres que pensam e ajam dessa forma, elas não se portam dessa maneira diante dos filhos, por não se julgarem um bom exemplo para eles.
Bia não aceita o casamento de Alfedo e Tereza (Glória Menezes), e a situação se agrava quando Alfredo oferece uma viagem a Disneyworld para a enteada, Heloísa, o que deixa Bia ainda mais enciumada.
Zeca (Caíque Ferreira) se declara mais uma vez a Bia, que, afirmando não gostar dele, aceita namorá-lo. Isso mostra que Gilberto Braga não entende mesmo o espírito do jovens. Hoje, eles são incapazes de namorar alguém se não gostar. Amar é o que mais os jovens querem e não se sujeitariam a isso.
Amauri (Stênio Garcia), que teve um relacionamento com Lúcia no passado, tent se aproximar dela através de Alice.
Isso tudo irá ao ar entre os dias 28 e 31.
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| O Fluminense - 19/12/1984 |
Lendo a sinopse de Pão-Pão, Beijo-Beijo, percebi que esta novela seria uma tentativa de reviver a Família Trapo, e cheguei, inclusive, a comentar isso aqui. Não deu outra. Pão-Pão é mesmo uma tentativa de recriar o clima da Família Trapo. Só que é uma tentativa frustrada, porque Walther Negrão não consegue escrever uma comédia rasgada, como escreviam Carlos Alberto e Jô Soares a Família Trapo. Walther Negrão não atinge seu objetivo, e dá pena ver um elenco tão talentoso perdido em busca de uma comédia, que, simplesmente, não acontece.
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| O Fluminense - 21/04/1983 |
Publicado no dia que o capítulo 21 foi exibido.
Laura Cardoso, Regina Dourado, Tânia Loureiro e Marcela Muniz, respectivamente, Donana, Lala, Mariana e Regina, Começaram a gravar, esta semana, cenas da novela "Pão-Pão, Beijo-Beijo". Elas são as "parentes" que Soró (Arnaud Rodrigues) importa do nordeste para viverem com ele no Rio.
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| O Globo - 21/04/1983 |
Publicado no dia que o capítulo 21 foi exibido.